
Mas hoje, gente, hoje a maternidade me atropelou. Hoje foi o dia do refugo. Dia que desejei que meu cabelo não estivesse em coque (que se tornou quase uma marca minha) mas que estive escovado ou com uma cor nova. Desejei do fundo da alma, que estive em um salto 15 MARA que apertasse até minha alma, em vez das sapatilhas confortáveis que me habituei a usar.
Hoje, confesso, chorei. Me tranquei no banheiro e me permiti chorar. Não por culpa por querer uma vida social. Mas por alivio, por finalmente me permitir sentir saudades dessa vida que me parece tão distante. E me permitir sentir assim sem culpa!